SEGURANÇA



Na minha opinião de Cidadão Blumenauense, o prefeito Egídio Ferrari, tomou uma decisão acertada quanto aos moradores de rua. Equipes trabalhando 24 horas por dia na retirada de pessoas em estado de vulnerabilidade de ruas e viadutos. Encaminhamento para suas cidades de origem, sob o lema “SC não é depósito de gente”. 499 já foram devolvidos para de onde vieram. Internação involuntária de usuários de álcool e drogas sem discernimento, respaldada em laudos médicos. Ação de combate à vadiagem e atividades criminosas, com foco em pessoas que se recusam a aceitar ajuda. Zeladoria urbana, com a limpeza de áreas ocupadas e zelando pela segurança pública, pelos relatos de ameaças da moradores. Terceirização do acolhimento. Fechou o abrigo municipal para mudar o modelo de atendimento. Pedido à população para que não dê esmolas e use o telefone 156 (opção 2) para acionar a Abordagem Social. A operação, com apoio das Polícias Civil e Militar, busca limpar as ruas da cidade. Obtenção de emprego para os que desejarem e possibilidade de internação voluntária. Como é delegado de polícia, o prefeito sabe que só prender e soltar no dia seguinte não resolve o problema dos zumbis perambulando, nem acaba com as Cracolândias. Blumenau é uma cidade de trabalho, bem estar e quer viver com segurança.


SOBRENOME


Em Balneário Camboriú, aconteceu uma cena inusitada na Câmara Municipal. Seria discutido e votado um projeto de lei. O primeiro apresentado pelo vereador. Este estava visivelmente nervoso. Lia e relia o papel e acabou não se contendo. Abandonou o recinto. O presidente do órgão legislativo não podia tomar outra decisão: retirou a matéria da pauta, pela ausência do autor. O vereador é Renan Jair Bolsonaro, que pretende se eleger deputado federal por Santa Catarina. A notícia foi dada pelo jornal Página Três e entre os comentários dos leitores teve um que disse: “Elejam ele deputado federal para que vá embora!”. Eu digo: Quem manda votar no sobrenome.


NEGRA


Em Araranguá, um cidadão de 70 anos de idade, contrariando a opinião dos familiares, saiu com o carro decorado, no vidro traseiro, com a a cruz suástica e a legenda: Brasil Guerra Civil Já. Carro apreendido e ele preso por crime inafiançável, a apologia ao nazismo. Aumenta a nossa fama de nazistas, tal qual a lei aprovada do fim das cotas nas universidades. O Ministério da Igualdade Racial já se movimenta para tornar o ato inconstitucional. A ministra Anielle Franco declarou que “as cotas raciais e as ações afirmativas são a maior política reparatória do Brasil”. Seu ministério assegurou que tentativas de retrocesso nos direitos adquiridos serão combatidas e reafirmou que a missão da pasta é zelar pela democracia e pela dignidade da nossa população negra.


PRODUTIVA


Enquanto o jovem deputado federal Nikolas Ferreira leva correligionários e apreciadores na Marcha para a Liberdade, seguindo a pé para Brasília, o velho Lula continua astutamente fazendo discursos políticos, como no 14o Encontro Nacional do MST. O primeiro para pedir anistia geral e irrestrita. O segundo para anunciar empréstimos com juros pela mtade para os agricultores familiares, que elogiou como sendo os que colocam os alimentos na nossa mesa, enquanto o agronegócio só produz para exportar. E vamos que alguns patriotas resolvam partir para a ignorância e promover novo quebra-quebra. Aí não vai adiantar dizer que foram petistas infiltrados. Nikolas terá marcado um gol contra no jogo da Direita contra a Esquerda. O entusiasmo jovem é elogiável, mas a experiência antiga é mais produtiva.


PARIU


Recebi o vídeo de um cantor, que não conheço e o nome deixou de ser citado. Numa apresentação para grande público, ele cantou paródia, muito bem elaborada, abordando a situação atual do Brasil. Satiricamente cita Toffoli, Xandão, Lulinha, Vorcaro, Banco Master, Correios e até o Lula. Deu para a música o título de “Alô, Alô Otários do Brasil”. Ele termina dizendo: “Pra acaba eu convido esse povo varonil. Pra mandar esses políticos pra fora do Brasil. Na real ninguém é otário, ninguém é imbecil. Devolve esse dinheiro e vão pra puta que o pariu” Repete a frase e pergunta: “Pra onde?” e o público canta em coro vibrante: “Pra puta que o pariu!”.

 

TÍTULO


25 de Janeiro, aniversário da maior cidade brasileira. Fundada por padres jesuítas, liderados pelo Padre Manuel da Nobrega, com a construção de um colégio no alto de uma colina entre os rios Anhagabaú e Tamandatuei, marcando o início da missão jesuíta na região e celebrando o dia da conversão do apóstolo Paulo. Por certo, eles não imaginaram que estavam plantando ali a maior metrópole da América Latina. Nas comemorações dos 472 anos, como acontece anualmente foi disputada a partida final da 56a edição da Copa São Paulo de Futebol Junior. 128 times brasileiros entraram na competição e São Paulo e Cruzeiro chegaram à decisão, na manhã deste domingo, no Pacaembu. O Cruzeiro impediu a festa do São Paulo, ganhando de 2a 1 e conquistando pela segunda vez o título.




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