HISTÓRIA
A AGU conduzida pelo evangélico Jorge Messias, por dever de oficio, teve que entrar com recurso pedindo ao presidente do STF, Edson Fachin, para que suspenda o afastamento preventivo do superintendente da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Polícial, Leandro Almada. Sua tese é que “descontinuidade abrupta” na gestão da PF compromete o funcionamento das atividades e gera “risco de desorganização institucional”. O recurso assinado por ele e outros integrantes da Advocacia Geral da União se contrapõe à decisão do seu aliado, ministro terrivelmente evangélico do STF, André Mendonça, que determinou o afastamento dos dois servidores de carreira. Edson Fachin deu 72 horas para o ministro André Mendonça se manifestar a respeito. A AGU argumenta que a produção e divulgação de relatórios de inteligência da PF já estavam sob condução direta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, que não é de adotar medidas apressadas e por isso chamado de Fa...